Nunca será segredo que Risotto é uma das coisas que eu mais gosto de fazer e comer! Se você quer me agradar, faça um bom risotto, regado com azeite de oliva <3
Logo, nunca pode faltar arroz de risotto em casa (arbóreo, carnaroli, vialone nano..). Esses dias atrás fui comprar esse delicioso grão no mercado perto de casa. Estranhei o preço, estava muito barato para ser um arroz arbóreo importado da Itália (cerca de R$8,00 o quilo). Quando cheguei em casa e fui ler melhor o rótulo eu descobri o porque do valor: é arroz TIPO arbóreo. O Brasil adora ser o país que comercializa produtos “tipo”. Algumas coisas eu acho “ok” porque não tem como serem importadas mas tem coisa que não dá.
E agora, me perguntem: porque?
O arroz TIPO arbóreo não tem amido o suficiente para um risotto realmente gostoso. Primeiro: o arroz demorou séculos para absorver o líquido, o que era para ser um almoço feito em 20 minutos levou 40 minutos. Não consegui fazer a tostatura do arroz.
Não ficou cremoso como eu sei que é o certo e gosto; conseguir o ponto al dente foi bastante difícil. Fiquei frustrada.
Mas, como eu queria e precisava almoçar.. “É o que tem para hoje”.

De qualquer forma, a combinação do Shitake com as sementes de girassol foi ótima! Utilizei shitake desidratado aqui, não é o meu preferido mas, ficou melhor do que eu esperava porque deixei hidratando no fundo de legumes quente por um bom tempo. Ele absorveu o sabor do fundo de legumes e não ficou com aquela textura de borracha (cuidado com os talos, são fibrosos demais).
Leia esse post, caso nunca tenha feito um risotto com técnicas italianas, use um grão de qualidade e bom apetite! ;)
Ingredientes:












